O site Ewan News via Making Off, publicou os primeiros clipes do filme Begginers, estrelado por Ewan McGregor e Christopher Plummer, que terá estréia no Festival de Cinema de Toronto:
sábado, 11 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ewan McGregor aparece na primeira foto oficial de Beginners

Nesta quarta-feira (11/8), foi divulgada a primeira foto de Beginners, longa-metragem que participará do próximo Festival Internacional de Toronto, realizado de 9 a 19 de setembro. Na imagem, o ator Ewan McGregor (O Escritor Fantasma) parece confuso e se senta à frente de Christopher Plummer (The Last Station).
Na trama, McGregor interpreta Oliver, jovem que recebe duas notícias de seu pai idoso, vivido por Plummer. A primeira, que ele tem uma doença terminal. E a segunda, que está saindo do armário. Ao mesmo tempo, Oliver deve explorar a honestidade dos próprios relacionamentos. Goran Visnjic está em negociações para atuar como o namorado de Plummer.
Mike Mills (Impulsividade) será o diretor e também roteirista do longa-metragem, que ainda não tem data de estreia definida.
Fonte: Cineclick
segunda-feira, 19 de julho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Polanski ressurge com thriller hitchkockiano

Foi em prisão domiciliar na Suíça que Roman Polanski finalizou a edição de O Escritor Fantasma, filme que entrou em cartaz em Curitiba na última sexta-feira (confira o serviço completo). O cineasta aguarda deportação para ser julgado nos Estados Unidos. A acusação, todos sabem, é o abuso sexual de uma menor, nos anos 1970. Esqueçamos por ora o ocorrido, que estampou a cara de Polanski no noticiário policial no ano passado, e lembremos da máxima de que, em alguns casos, a obra vale mais do que seu criador.
Atualíssimo, enérgico e crítico, O Escritor Fantasma traz Ewan McGregor no papel de um ghost-writer meia-boca e interessantemente ingênuo. Uma oportunidade profissional irrecusável surge quando há o convite para que o escritor seja responsável pela edição final das memórias de Adam Lang (Pierce Borsnan), ex-primeiro ministro britânico. Mike, o então encarregado do trabalho, morreu em circunstâncias misteriosas.
O escritor fantasma – cujo nome verdadeiro é omitido – aceita a proposta e é obrigado a se mudar para a casa do ex-premier, isolada em uma ilha.
Ao mesmo tempo em que a trama ganha corpo e tensão, surgem as alfinetadas políticas. Não há dúvidas de que Adam Lang é Tony Blair. Romanski faz críticas diretas às ações do premier, que apoiou os Estados Unidos na invasão do Iraque e do Afeganistão. Com a ajuda de pistas e de seu faro jornalístico, o escritor acaba por descobrir que seu perfilado é um homem misterioso, com um passado condenável e vários inimigos.
O filme é ressonante também em outros sentidos. As histórias de enganos e traições se dão no âmbito político, mas também no literário e sexual – o filme conta com as charmosas Olivia Williams (Ruth, mulher do primeiro-ministro) – e Kim Cattrall (a sapeca Samantha de Sex and the City), no papel de Amelia, a secretária. Mas, como o escritor aprende na marra, não dá para confiar em ninguém.
Além do ótimo roteiro, que se desenrola com a velocidade necessária – o filme tem 128 minutos e isso está longe de ser um incômodo –, o aspecto mais impressionante do novo filme de Polanski está no primor técnico.
A fotografia azulada, a névoa e a chuva constante na ilha, e a trilha sonora criada por Alexander Desplat (basicamente piano e violino incidentais) dão ao filme a cara de um Alfred Hitchcock rejuvenescido.
As câmeras, por exemplo. Elas estão quase que o tempo todo ao lado de McGregor. Viramos cúmplices de suas traições e companheiros em sua jornada, que se torna uma investigação espinhosa. Mas, na última e brilhante cena, que faria o mestre do suspense aplaudir de pé, a câmera deixa o protagonista sozinho para finalmente encontrar seu destino. Cuidado. Polanski está à solta e aprontando das suas. GGG1/2
Fonte: Gazetta do Povo
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Ewan McGregor visita favela no Peru
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Ewan McGregor e Naomi Watts juntos em filme catástrofe

De acordo com o site The Hollywood Reporter, Ewan McGregor (“A Passagem” – foto) e Naomi Watts (“O Chamado“), estão escalados para os papeis principais do longa-metragem “The Impossible“. O filme terá direção de Juan Antonio Bayona (“O Orfanato“).
A sinopse do filme catástrofe está sendo mantida em segredo, mas, segundo o THR, a história deve ser baseado em fatos reais nos momentos de terror vividos pela população da Tailândia, atingida pelo Tsunami em 2004. O site Playlist disse que o objetivo de Bayona “é recriar o desastre natural através do roteiro, com toques de terror e mistério e largas doses de ficção científica“.
As gravações devem começam em agosto deste ano em Alicante, na Espanha, e depois seguir em outubro para a Tailândia. O roteiro é de Sergio G. Sanchez, que já trabalhou com Bayone em “O Orfanato“.
A mídia norte-americana acredita que a Summit Entertainment quer lançar o longa como possível candidato ao Oscar para 2012, com lançamento em algum momento em 2011.
Fonte: Cinema Com Rapadura
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Festival de Berlin 2010
Ausente, Polanski conquista público no Festival de Berlim

Berlim, 12 fev (EFE).- O Festival de Berlim se curvou nesta sexta-feira perante Roman Polanski, em prisão domiciliar na Suíça por uma pendência com a Justiça dos Estados Unidos, e recebeu "The Ghost Writer", que concorre ao Urso de Ouro, como uma homenagem ao diretor ausente.
O evento precisava de um trio de astros no tapete vermelho e nesta sexta o teve, com Ewan McGregor, Pierce Brosnan e Olivia Williams. Fora isso, um bom thriller político com a agência de inteligência americana (CIA) e políticos manipuláveis é algo que sempre cai bem em um festival.
"É um mestre, o mestre que extrai de nós o máximo rendimento artístico", afirmou Mcgregor, em elogios a um diretor que, como conta, às vezes "atentou contra seu ego de ator" e outras "foi como uma mãe". "Amo Roman", completou.
"Trabalhar com ele é algo intenso, muito intenso, como foi toda sua vida", afirmou, por sua vez, Pierce Brosnan, que lembrou ter recebido com "consternação" a notícia da detenção do diretor.
A equipe de "The Ghost Writer" ("O escritor fantasma", na tradução livre) parecia ter combinado cobrir o diretor Polanski de elogios e falar apenas vagamente sobre suas questões com a Justiça dos EUA, onde é acusado de abusar de uma menor em 1977.
"Não comentarei a situação de Roman. Este não é o lugar nem o momento. Mas o fato de que não está aqui, presidindo esta conferência, entre nós, é algo muito raro para todos", resumiu Robert Harris, autor do best-seller em que o filme se baseia.
No momento da detenção, no ano passado, o filme estava praticamente acabado, embora parte da pós-produção tenha sido feita com Polanski já em prisão domiciliar, na Suíça. "Tínhamos que acabar o filme como fosse, para estar aqui, no Festival de Berlim", afirmou Harris.
"The Ghost Writer", com Ewan Mcgregor no papel do escritor das memórias de um ex-premier britânico envolvido em um escândalo, e Brosnan brincando de um "sou e não sou" Tony Blair, foi recebido como o que é: um bom filme, de um mestre da direção e baseado em um best-seller.
Para Mcgregor, o papel parece ter caído como uma luva. Já Brosnan caminha no filme entre o pseudo-Blair e a pose de James Bond, que ainda não conseguiu abandonar.
Williams, por sua vez, é a esposa fria, que prefere seguir manipulando a fazer explodir um casamento que seguramente jamais funcionou.
Trechos de ironia - "estou cercado de pacifistas que querem me assassinar", fala Mcgregor, pressionado por manifestantes contra a Guerra do Iraque às portas da sede Governo -, uma casa luxuosa de pedra natural e madeiras seletas no melhor estilo Bauhaus e, finalmente, a maestria de Polanki, que ninguém se atreve a contestar, dão contorno ao filme.
Outro escritor, porém muito diferente do de Mcgregor, que também aparece entre filmes em concurso é Allen Ginsberg, poeta cujo famoso "Howl" o levou a tribunais. Nos EUA dos anos 50, a obra foi considerada obscena.
Tão ou mais difícil que explicar em prosa um poema parece tentar levá-lo ao cinema. Rob Epstein o tenta, com James Franco interpretando o poeta que entreteve a geração "beat" com recitais de poesia "obscena".
O filme percorre vários cenários e técnicas: do branco e negro entre aromas de cigarros e jazz ao divã do psicanalista, à história em quadrinhos como recurso para modelar os delírios ditos obscenos de Ginsberg, a seus sucessivos namorados e namoradas, além do processo contra o artista.
A cinebiografia de Ginsberg acabou engolido pelo filme de Polanski. Se no dia de abertura, René Zellweger, como membro do júri, salvou a honra do tapete vermelho com sua overdose de encantamento - e decote - debaixo de neve, nesta sexta o trio de "The Ghost Writer" dominou o Festival de Berlim.
Google Notícias
Trailer de The Ghost Writer

Berlim, 12 fev (EFE).- O Festival de Berlim se curvou nesta sexta-feira perante Roman Polanski, em prisão domiciliar na Suíça por uma pendência com a Justiça dos Estados Unidos, e recebeu "The Ghost Writer", que concorre ao Urso de Ouro, como uma homenagem ao diretor ausente.
O evento precisava de um trio de astros no tapete vermelho e nesta sexta o teve, com Ewan McGregor, Pierce Brosnan e Olivia Williams. Fora isso, um bom thriller político com a agência de inteligência americana (CIA) e políticos manipuláveis é algo que sempre cai bem em um festival.
"É um mestre, o mestre que extrai de nós o máximo rendimento artístico", afirmou Mcgregor, em elogios a um diretor que, como conta, às vezes "atentou contra seu ego de ator" e outras "foi como uma mãe". "Amo Roman", completou.
"Trabalhar com ele é algo intenso, muito intenso, como foi toda sua vida", afirmou, por sua vez, Pierce Brosnan, que lembrou ter recebido com "consternação" a notícia da detenção do diretor.
A equipe de "The Ghost Writer" ("O escritor fantasma", na tradução livre) parecia ter combinado cobrir o diretor Polanski de elogios e falar apenas vagamente sobre suas questões com a Justiça dos EUA, onde é acusado de abusar de uma menor em 1977.
"Não comentarei a situação de Roman. Este não é o lugar nem o momento. Mas o fato de que não está aqui, presidindo esta conferência, entre nós, é algo muito raro para todos", resumiu Robert Harris, autor do best-seller em que o filme se baseia.
No momento da detenção, no ano passado, o filme estava praticamente acabado, embora parte da pós-produção tenha sido feita com Polanski já em prisão domiciliar, na Suíça. "Tínhamos que acabar o filme como fosse, para estar aqui, no Festival de Berlim", afirmou Harris.
"The Ghost Writer", com Ewan Mcgregor no papel do escritor das memórias de um ex-premier britânico envolvido em um escândalo, e Brosnan brincando de um "sou e não sou" Tony Blair, foi recebido como o que é: um bom filme, de um mestre da direção e baseado em um best-seller.
Para Mcgregor, o papel parece ter caído como uma luva. Já Brosnan caminha no filme entre o pseudo-Blair e a pose de James Bond, que ainda não conseguiu abandonar.
Williams, por sua vez, é a esposa fria, que prefere seguir manipulando a fazer explodir um casamento que seguramente jamais funcionou.
Trechos de ironia - "estou cercado de pacifistas que querem me assassinar", fala Mcgregor, pressionado por manifestantes contra a Guerra do Iraque às portas da sede Governo -, uma casa luxuosa de pedra natural e madeiras seletas no melhor estilo Bauhaus e, finalmente, a maestria de Polanki, que ninguém se atreve a contestar, dão contorno ao filme.
Outro escritor, porém muito diferente do de Mcgregor, que também aparece entre filmes em concurso é Allen Ginsberg, poeta cujo famoso "Howl" o levou a tribunais. Nos EUA dos anos 50, a obra foi considerada obscena.
Tão ou mais difícil que explicar em prosa um poema parece tentar levá-lo ao cinema. Rob Epstein o tenta, com James Franco interpretando o poeta que entreteve a geração "beat" com recitais de poesia "obscena".
O filme percorre vários cenários e técnicas: do branco e negro entre aromas de cigarros e jazz ao divã do psicanalista, à história em quadrinhos como recurso para modelar os delírios ditos obscenos de Ginsberg, a seus sucessivos namorados e namoradas, além do processo contra o artista.
A cinebiografia de Ginsberg acabou engolido pelo filme de Polanski. Se no dia de abertura, René Zellweger, como membro do júri, salvou a honra do tapete vermelho com sua overdose de encantamento - e decote - debaixo de neve, nesta sexta o trio de "The Ghost Writer" dominou o Festival de Berlim.
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Trailer de The Ghost Writer
O elegante Ewan McGregor
Falar de Ewan McGregor é falar de elegância. E o ator não deixou por menos na première de “The Ghost Writer” no Festival de Cinema de Berlim.O terno é completo, com colete transpassado. Mas a peça que veio mesmo para ficar é o paletó de dois botões. Cada vez mais o clássico com três botões perde espaço nos tapetes vermelhos internacionais, assim como o cinto, que parece ter sumido das calças dos famosos.
Dica para os homens: apostem em looks parecidos com o do ator para a roupa de trabalho no inverno; os desfiles em Milão apontaram esta tendência.
Fonte: Abril
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